Escolha o assunto na tabela abaixo

AFIAÇÃO DE CORRENTE LITERATURA OREGON
AJUSTE DA GUIA DE PROFUNDIDADE LUBRIFICAÇÃO
ÂNGULOS DA CORRENTE PASSO DA CORRENTE
CALIBRE DA CORRENTE POLÍTICA DE GARANTIA OREGON
COMPRIMENTO DA BARRA REBOTE
CORRENTE CEGA SUBSTITUIÇÃO DO PINHÃO
CORTE INCLINADO TAMANHO DA CORRENTE
CUIDADOS COM A CORRENTE NOVA TENSÃO DA CORRENTE
ENDEREÇO

ATENÇÃO

A corrente de corte pode causar danos se montada incorretamente a uma motosserra ou se a motosserra não for utilizada apropriadamente. Instale, tencione e mantenha a corrente conforme recomendado. Tome muito cuidado com relação ao rebote, especialmente ao utilizar a ponta da barra para o corte, o que não é recomendável. O rebote, além de projetar a motosserra contra o próprio operador, pode levar à perda de controle da máquina e resultar em seríssimos danos ao operador ou às pessoas que estejam próximas.

Antes de utilizar motosserra ou equipamentos similares, leia cuidadosamente todo o manual de operação e, principalmente, as instruções de segurança.

  • Como eu afio minha corrente?

    Antes de afiar, limpe a corrente e faça uma pequena análise da mesma, verificando se não precisa trocar algum componente (elos ou cortadores quebrados) ou se não há rebites frouxos ou "sem cabeça". Se necessário, troque os componentes quebrados ou, se eles forem muitos, refugue toda a corrente. Seguindo os passos relacionados abaixo, com certeza teremos uma ótima afiação:

    1. Certifique de ter a lima e o porta-limas Oregon® no tamanho correto. Cada corrente necessita de um diâmetro de lima específico;

     2. É importante que 1/5 ou 20% do diâmetro da lima esteja sempre mantida acima da placa superior do cortador. Usando um porta-limas Oregon® correto, manter a lima nesta posição se torna muito mais fácil.

     

    3. Mantenha a linha do ângulo de afiação da placa superior, paralela com a corrente. Muitos cortadores possuem uma marca estampada próximo da extremidade traseira da placa superior que pode também ser usada como guia para o ângulo de afiação.

                                 

    4. Afiar primeiramente os cortadores de um lado da corrente. Afiar de dentro para fora. Depois vire a corrente e repita o processo para os cortadores do outro lado da corrente.

     

    5.      Caso seja observado algum dano na superfície do cromo das placas superiores ou laterais, afie os cortadores até que este dano seja completamente removido.

    6.      Mantenha todos os cortadores iguais. Comece pelo cortador que estiver mais danificado e afie todos os outros cortadores deixando-os iguais.

                               

     

  • Como eu rebaixo as guias de profundidade?
  • Primeiro é necessário verificar se há a necessidade de se rebaixar as guias de profundidade ou não. Nem toda afiação, exige o rebaixamento. Depois de afiar a corrente, verificamos, com a ajuda de um calibrador de guias de profundidade, se precisamos rebaixá-la. As correntes Oregon® possuem um número estampado bem ao lado da guia de profundidade ou rampa de segurança que indica a medida e, com isso, o calibrador ideal para sua corrente. Mostraremos uma seqüência de passos e figuras que lhe ajudarão neste trabalho:

    1. Utilize sempre o calibrador correto e recomendado para sua corrente. Caso ainda não saiba, verifique na embalagem da sua corrente, no catálogo Oregon®, ou com o seu revendedor. Lembre-se que a calibragem incorreta da guia de profundidade possibilitará várias desconformidades no corte, além de desgaste prematuro de todo conjunto de corte. Por experiência, podemos dizer que as guias de profundidade só costumam ser rebaixadas depois da terceira ou quarta afiação. Isso não é uma regra, serve apenas como informação.

                                                

    2. Coloque o calibrador na parte superior de sua corrente, acomodando-o sobre as placas superiores dos cortadores, de forma com que a guia de profundidade a ser calibrada se projete através da ranhura na ponta do mesmo. Só será necessário rebaixar a guia de profundidade, caso ela ultrapasse a ranhura do calibrador. O excedente deve ser retirado com uma lima chata Oregon®. Em seguida, ainda com a lima chata, arredonde a parte frontal da guia de profundidade, retirando cantos vivos ou "bicos" que normalmente aparecem com o rebaixamento das guias.

     

    • Que ângulo devo afiar minha corrente?

    Cada tipo e modelo de corrente exige ângulos de afiação específicos. Siga as recomendações do fabricante. Verifique na embalagem da corrente ou contate seu revendedor Oregon® para maiores esclarecimentos. Disponibilizamos neste site alguns canais de contato direto com a nossa fábrica. Se necessário, nos consulte. 

                                             

    • O que é "calibre" da corrente?
      Mede-se o calibre de uma corrente pela espessura da base do seu elo de tração, que é a parte que encaixa nos trilhos da canaleta da barra. Devido a isso, o calibre da corrente e da canaleta da barra, devem ser iguais. As correntes e barras OREGON® possuem vários calibres, tais como: .050”,.058”, 063”, etc.

       
       
                                 
    • Como eu sei qual o tamanho da minha barra?

    Ao contrário do que se pensa, o comprimento da barra não é a medida total da mesma, de uma extremidade à outra. Para obter o comprimento da barra em polegadas, devemos medir a distância entre a ponta da mesma até a carcaça da motosserra, arredondando para a polegada mais próxima..

     

    • Como eu sei quando minha corrente está cega e quando eu devo afiá-la?

      É fácil identificar uma corrente que necessita de afiação. Uma maneira é analisando o cavaco provocado por seu corte. Quando bem afiada, a corrente produz  cavacos mais uniformes e regulares, parecidos com pequenas lascas de madeira. Quando cega, a corrente produz uma serragem muito fina, algo próximo a um pó de madeira. Também notamos que a corrente não está cortando bem, quando se precisa empurrar a motosserra para conseguir cortar a madeira. A corrente bem afiada não exige tanto esforço do operador, nem da máquina. Lembrando que outro fator que implica no tamanho e na forma dos cavacos de madeira é a calibragem da guia de profundidade. Quando calibrada, o cavaco é uniforme e regular. Quando não, o cavaco vira pó.

     

    • Corte inclinado: por que minha corrente prende ou corta puxando para o lado?

      Muitas coisas podem fazer com que a corrente puxe ou prenda de um lado. A seguir estão as causas e soluções:

      A placa superior do cortador é a que mais pode levar uma corrente a fazer um corte inclinado. É importante, na manutenção e na afiação de correntes, manter todas as placas superiores dos cortadores com o mesmo comprimento, ou muito próximo disso.

      Corrente cega possui cortadores danificados por pedras ou mal afiados (sem ponta de ataque) e que também podem fazer com que a mesma provoque um corte inclinado. É importante consertar, ou afiar novamente, todos cortadores antes de começar a operação de corte. Cortar com uma corrente cega, além de correr o risco do corte incllinado, acelera o gasto da barra e da corrente, diminuindo assim, a vida útil de todo conjunto de corte.

      Ajustes da guia de profundidade dos cortadores de um lado diferentes às do outro. Deve-se manter todas as guias de profundidade, tanto dos cortadores do lado esquerdo como os do lado direito, calibradas, mantendo seu desenho próximo ao original, arredondando a ponta quadrada provocada pela lima chata. Isso, além de ajudar a evitar o corte inclinado,  preservará a "aerodinâmica" da corrente e diminuirá a possibilidade de rebote.

      Ângulos diferentes das placas superiores dos cortadores esquerdos com relação aos do lado direito. Os ângulos utilizados na afiação dos cortadores de um lado, devem ser repetidos ao se afiar os cortadores do lado oposto. Exemplo: se, ao afiar sua corrente, o ângulo das placas superiores dos cortadores do lado esquerdo for de 25º, as placas superiores dos cortadores do lado direito deverão ser afiadas com o mesmo ângulo de 25º.

      Canaleta da barra muito gasta também provoca corte inclinado. Uma barra com a canaleta muito gasta, que não permite mais reparos, pois não tem mais profundidade suficiente para isso, não acomoda mais a corrente de maneira correta. Por causa disso, a corrente deslizará sobre a canaleta da barra sem apoio lateral, desbalanceando e puxando o corte para o lado. Nestas situações encontramos os principais casos de empenamento de barras

                                       

      • Devo tomar alguns cuidados especiais com uma corrente nova?

      Sim. Seguindo um simples procedimento de utilização e manutenção, você pode aumentar a vida útil, não só de sua corrente nova, mas também de todo o conjunto de corte. Vamos a ele: 

      1.      Sempre que possível, deixar a corrente descansar em recipiente com óleo. O óleo é tão vital para a corrente, como a água para o homem. Evite deixá-la pendurada ou exposta sem lubrificação. O objetivo é fazer com que o óleo penetre em todos os componentes da corrente. Apesar de ser fabricada em aço especial e ter sofrido banho de cromo em algumas partes , toda corrente está sujeita à oxidação.

      2.      Nunca coloque uma corrente nova em um pinhão muito gasto. Normalmente, constatamos que a maioria dos usuários, substituem o sistema de transmissão a cada duas trocas de corrente. Porém, isso não é uma regra, serve apenas como informação. Caso constate muito desgaste na transmissão, evite utilizar corrente nova.

      3.      Tencionar a corrente de maneira correta, conforme recomendado (ver tensão da corrente).

      4.      Funcione a corrente nova  com pouca aceleração por alguns minutos antes de começar qualquer corte. Isto faz com que haja lubrificação e "aquecimento" de todo o conjunto de corte antes de iniciar o trabalho. 

      5.      Durante o trabalho, programe-se para fazer paradas para checagem de todo equipamento. Sempre verifique a tensão da corrente, desligando o motor e esperando cerca de 15 minutos até o conjunto de corte esfriar. 

      6.      Procure iniciar o trabalho com cortes leves, lubrificando bem o conjunto de corte e não coloque muita pressão. Lembre-se, se for necessário utilizar muito esforço, é sinal de corrente mal afiada. Sempre verificar a tensão da corrente durante, pelo menos,  a primeira hora de trabalho.

    • Qual é o endereço da Oregon®?

      Blount Industrial Ltda.
      Divisão Oregon® de Sistemas de Corte
      Rua Emilio Romani,1630 - Cidade Industrial de Curitiba
      CEP: 81450-060
      CURITIBA-PR 
      E-mail: sac@oregon.com.br




    • Como posso conseguir folhetos explicativos e mais informações sobre os produtos OREGON®?

    Existem vários canais de informações disponibilizados pela Oregon® para melhor atendê-lo. Muitas dúvidas poderão ser esclarecidas "on line" através deste site, onde estaremos disponibilizando aos nossos clientes grande parte do nosso material técnico, contendo várias e atuais informações sobre os produtos Oregon®. Além disso, você pode nos enviar suas dúvidas através do e-mail sac@oregonchain.com.br. Ou ainda nos enviar uma carta para o endereço da nossa fábrica em Curitiba, já citado anteriormente. Para agilizar sua resposta, pedimos para que nos mande seu nome e endereço. Certamente, nossos técnicos lhe atenderão com qualidade, rapidez e eficiência, esclarecendo com detalhes todas suas dúvidas.

    • Com que freqüência e qual tipo de lubrificante devo usar em minha motosserra?

    Mantenha o sistema de lubrificação de sua motosserra abastecido com lubrificante limpo, específico para o conjunto de corte. Certifique-se de que sua corrente, barra e pinhão estão sempre recebendo lubrificação durante a operação de corte. Sempre verifique visualmente se a corrente está lubrificada, ou se está espirrando óleo pela ponta da barra. Preencha o reservatório de óleo lubrificante a cada vez que você encher o tanque de combustível. Evite usar óleo queimado, filtrado ou recondicionado. Esses óleos já foram utilizados e, por isso, contém cristais de carbono que, além de não lubrificar, agem ao contrário, criando certa abrasividade no contato entre corrente e barra. Lembrando que tais cristais não são eliminados nos processos de recuperação do óleo, tais como o recondicionamento ou a filtragem.

    • O que é "passo" da corrente?

    O passo da corrente é a distância consecutiva, medida em polegadas, entre três rebites e dividida por dois. A corrente OREGON® é feita em vários passos: 1/4", é o menor (não comercializado no Brasil), 3/8”, que é o mais popular, .404” e 3/4", o maior. Outras peças do conjunto de corte são relacionadas ao passo. O pinhão, ou coroa, deve ser do mesmo passo que a corrente, assim como as barras de ponta rolante ou substituível.

                                            

    • Qual é a Política de Garantia da OREGON?

    A Blount garante a reposição dos produtos  Oregon® que, por ventura, venham apresentar defeitos de fabricação, matéria-prima ou falha operacional durante a fabricação dos mesmos.

     A reclamação deverá ser apresentada no prazo máximo de 90 dias, contados a partir da data da compra. Procure o seu revendedor mais próximo e solicite o preenchimento do formulário de solicitação de garantia "Cliente-Fábrica".

    O não preenchimento deste formulário, ou preenchê-lo de forma incorreta ou ilegível, pode causar o não atendimento ao pedido de garantia. O departamento da "Gestão de Qualidade" da Blount analisará as condições de uso do produto, e enviará um relatório com laudo técnico informando se a solicitação de garantia procede ou não.

    A Blount utiliza as mais avançadas técnicas para controle da produção: ISO 9000, Just-In-Time, Kanban e 5S, para garantir a manutenção da política da "Qualidade Total", objetivando a plena satisfação dos nossos clientes.

    Não hesite em nos contactar. Teremos o máximo prazer em atendê-lo.

     

    • O que é "rebote"?

    Rebote, ou golpe de retrocesso, como o próprio nome diz, é um movimento brusco da motosserra para trás, fazendo com que a máquina venha ao encontro de seu operador. Ocorre quando a ponta da barra atinge, acidentalmente ou por despreparo do operador, em algo, tal como uma tora ou galho, que geralmente ficam a frente da madeira que está sendo cortada. Pode acontecer também, uma outra forma de rebote. Quando a madeira prende a barra durante o corte e, na tentativa de retirá-la, o operador usa muita força, além da necessária, e traz a motosserra ao seu encontro.

    • Quando tempo deve durar o pinhão da motosserra?

    Não há como estimar tempo para vida útil dos componentes do conjunto de corte, pois existem várias circunstâncias que podem interferir nisso, tais como: tipo de trabalho, volume e qualidade de óleo lubrificante, boa manutenção e utilização, etc. Deve-se ter em mente que o importante é não trabalhar com uma corrente nova com um pinhão gasto. Geralmente, os usuários nos têm informado que substituem os sistemas de transmissão (coroa / pinhão) a cada duas trocas de correntes. Porém, isso não é uma regra. Serve apenas como informação.



    • Como eu meço o comprimento de minha corrente?

    O comprimento, ou "loop" de sua corrente é determinado pela quantidade de elos de tração contidos na mesma. Utiliza-se também a contagem dos cortadores para determinar um loop de corrente. As duas maneiras são corretas e funcionam muito bem. Apenas deve ser observada a seguinte relação: o número de elos de tração é o dobro do número de cortadores. Exemplo: uma corrente com 84 elos de tração, possui 42 cortadores. 

     

    • O quanto devo tensionar minha corrente?

    Para uma barra de ponta pinhão, tensione a corrente através do parafuso tensionador da sua motosserra, até que a parte inferior dos elos de união e dos cortadores encostem nos trilhos da canaleta inferior da barra. Em seguida, gire o parafuso 1/4 de volta. Teste o tensionamento para certificar-se que a corrente está bem ajustada à barra. O teste pode ser efetuado da seguinte maneira: depois de pressionar a corrente ao longo da parte inferior da barra, puxe para baixo e solte. A corrente deve voltar à posição original, tocando firmemente a parte inferior da canaleta da barra .

     

    Para barra de ponta dura, gire o parafuso tensionador da motosserra até que a base dos elos de união e dos cortadores encostem nos trilhos da barra. Pode ser feito o mesmo teste mencionado para a barra de ponta rolante, porém a tensão da corrente em uma barra de ponta dura deve ser ajustada com um pouco mais de folga que em barras de ponta pinhão.

     

    ATENÇÃO:

    NUNCA TENSIONE A CORRENTE ENQUANTO O CONJUNTO DE CORTE ESTIVER QUENTE! ESPERE PELO MENOS 15 MINUTOS OU O TEMPO NECESSÁRIO ATÉ QUE O MESMO ESFRIE.

     

     


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