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Óleo queimado não!
Lubrificação: o óleo lubrificante é tão vital ao conjunto de corte.
Parece exagero, mas não é! Nunca é demais alertar sobre lubrificação, principalmente quando nos depararmos com mecanismos que submetem partes metálicas ao atrito constante, à pressões, à altas rotações ou velocidades. A lubrificação deve ser feita sempre por óleo de boa qualidade e procedência, sem cristais de carbono. Os cristais de carbono são encontrados em óleos queimados, filtrados, recondicionados, recuperados, beneficiados, etc. Aviso: óleo usado não se recupera 100%. Pode-se tirar dele, a sujeira ou algumas impurezas, mas não se consegue eliminar os tais cristais de carbono. Este tipo de óleo, além de não funcionar mais como lubrificante, pode trabalhar de forma contrária, ou seja, pode agir abrasivamente no conjunto de corte. Então, óleo queimado “nem de graça”!!! Existem atualmente óleos minerais que, além de lubrificar com eficiência e qualidade, são biodegradáveis e se decompõem facilmente em contato com o meio ambiente. Mais uma vantagem: já existem alguns até mais baratos que os convencionais. Atualmente, com o crescimento da preocupação com os ecossistemas e o meio-ambiente, existem frentes ambientalistas que pressionam e incentivam o uso deste tipo de óleo. Outra preocupação é o volume de óleo a ser utilizado. Nas motosserras, o controle é visual. Considera-se ideal o volume de óleo utilizado na motosserra quando o mesmo é "espirrado" pela ponta do sabre assim que a corrente entra em movimento. DICA: Para facilitar a visualização, pode-se utilizar uma superfície qualquer (ex. parede, tronco de árvore, etc.) como anteparo para o óleo. Nos harvesters (linha mecanizada), o controle visual também não é difícil. Normalmente, se observa o volume de óleo insuficiente quando a corrente, quando colocada em funcionamento livre sobre o sabre, solta uma fumaça que caracteriza a “queima” do conjunto de corte. Sente-se até o cheiro característico de queimado. Nas motosserras, o volume de óleo é controlado também através da capacidade do reservatório ou da bomba utilizada. Para a linha harvester, o volume de óleo é facilmente controlado pelas máquinas, onde recomendamos:

De 1,8 a 2,4 litros por hora;
Ou 30 a 40 ml por minuto;
Ou 15 a 20 ml por golpe.
 
Outra recomendação:Viscosidade e Aderência: 90 cst (mínimo).
Ex.: óleo SAE 30W-40= 150cst.

 

Alguns usuários tentam optar por óleos baratos ou tentam lubrificar com um volume de óleo bem abaixo do recomendado. Também é sempre bom alertar que toda tentativa em diminuir o volume de óleo que recomendamos é em vão. Pense: quanto menos óleo, mais deficiente será a lubrificação, causando desgaste prematuro do sabre e até o rompimento da corrente. Então se economiza em óleo, mas se gasta mais em corrente e sabre. Entra aí a análise de relação “Custo x Benefício”, fundamental em qualquer setor e que dificilmente comprovará que a economia com o óleo é a mais viável.

dicas SEMPRE ALERTA!
Verifique sempre se a corrente de sua motosserra trabalha encharcada de óleo lubrificante, ou se o óleo está sendo jogado pela ponta do sabre de sua motosserra. Senão, desligue o motor e observe se há óleo no reservatório. Se o problema persistir, pode ser algo um pouco mais sério, como por exemplo, entupimentos ou quebra da bomba. Não continue a operação sem ter a certeza da lubrificação.
dicas

A LIMPEZA É FUNDAMENTAL!
A limpeza constante da canaleta e dos furos de lubrificação do sabre é fundamental para a boa lubrificação. Se houver algo na canaleta ou nos furos como, por exemplo, serragem, terra, borra de óleo, etc., o fluxo de óleo será prejudicado ou até interrompido, deixando assim, de se lubrificar o conjunto de corte. Alerta: não adianta investirmos em um óleo de boa qualidade e nos preocuparmos com o volume ideal do óleo lubrificante, se a canaleta do sabre permanecer suja e o furo de lubrificação estiver entupido.


dicas As figuras abaixo, ilustram os recursos que equipam as nossas correntes e barras, e que demonstram a nossa constante preocupação com a melhor maneira de atingir os mais altos índices de lubrificação dos conjuntos de corte Oregon®.