Informações Sobre Segurança
BLOUNT INDUSTRIAL LTDA.
Rua Emilio Romani, 1630 CIC
CEP 81460-020 Curitiba, Parana Brazil
55 41 2169-5800
Fax: 55 41 2169-5900
Fale com a OREGON®
|
|
| Óleo queimado não! |
| Lubrificação: o óleo lubrificante é tão vital ao conjunto de corte. |
Parece exagero, mas não é! Nunca é demais alertar sobre
lubrificação, principalmente quando nos depararmos com mecanismos que
submetem partes metálicas ao atrito constante, à pressões, à altas rotações
ou velocidades. A lubrificação deve ser feita sempre por óleo de boa
qualidade e procedência, sem cristais de carbono. Os cristais de carbono
são encontrados em óleos queimados, filtrados, recondicionados, recuperados,
beneficiados, etc. Aviso: óleo usado não se recupera 100%. Pode-se tirar
dele, a sujeira ou algumas impurezas, mas não se consegue eliminar os
tais cristais de carbono. Este tipo de óleo, além de não funcionar mais
como lubrificante, pode trabalhar de forma contrária, ou seja, pode
agir abrasivamente no conjunto de corte. Então, óleo queimado “nem de
graça”!!! Existem atualmente óleos minerais que, além de lubrificar
com eficiência e qualidade, são biodegradáveis e se decompõem facilmente
em contato com o meio ambiente. Mais uma vantagem: já existem alguns
até mais baratos que os convencionais. Atualmente, com o crescimento
da preocupação com os ecossistemas e o meio-ambiente, existem frentes
ambientalistas que pressionam e incentivam o uso deste tipo de óleo.
Outra preocupação é o volume de óleo a ser utilizado. Nas motosserras,
o controle é visual. Considera-se ideal o volume de óleo utilizado na
motosserra quando o mesmo é "espirrado" pela ponta do sabre assim que
a corrente entra em movimento. DICA: Para facilitar a visualização,
pode-se utilizar uma superfície qualquer (ex. parede, tronco de árvore,
etc.) como anteparo para o óleo. Nos harvesters (linha mecanizada),
o controle visual também não é difícil. Normalmente, se observa o volume
de óleo insuficiente quando a corrente, quando colocada em funcionamento
livre sobre o sabre, solta uma fumaça que caracteriza a “queima” do
conjunto de corte. Sente-se até o cheiro característico de queimado.
Nas motosserras, o volume de óleo é controlado também através da capacidade
do reservatório ou da bomba utilizada. Para a linha harvester, o volume
de óleo é facilmente controlado pelas máquinas, onde recomendamos:
De 1,8 a 2,4 litros por hora;
Ou 30 a 40 ml por minuto;
Ou 15 a 20 ml por golpe. |
|
Outra recomendação:Viscosidade e Aderência: 90 cst (mínimo).
Ex.: óleo SAE 30W-40= 150cst.
|
|
|
| Alguns usuários tentam optar por óleos baratos ou tentam
lubrificar com um volume de óleo bem abaixo do recomendado. Também é
sempre bom alertar que toda tentativa em diminuir o volume de óleo que
recomendamos é em vão. Pense: quanto menos óleo, mais deficiente será
a lubrificação, causando desgaste prematuro do sabre e até o rompimento
da corrente. Então se economiza em óleo, mas se gasta mais em corrente
e sabre. Entra aí a análise de relação “Custo x Benefício”, fundamental
em qualquer setor e que dificilmente comprovará que a economia com o
óleo é a mais viável. |
 |
SEMPRE ALERTA!
Verifique sempre se a corrente de sua motosserra trabalha encharcada
de óleo lubrificante, ou se o óleo está sendo jogado pela ponta do sabre
de sua motosserra. Senão, desligue o motor e observe se há óleo no reservatório.
Se o problema persistir, pode ser algo um pouco mais sério, como por
exemplo, entupimentos ou quebra da bomba. Não continue a operação sem
ter a certeza da lubrificação.
|
A LIMPEZA É FUNDAMENTAL!
A limpeza constante da canaleta e dos furos de lubrificação do sabre
é fundamental para a boa lubrificação. Se houver algo na canaleta ou
nos furos como, por exemplo, serragem, terra, borra de óleo, etc., o
fluxo de óleo será prejudicado ou até interrompido, deixando assim,
de se lubrificar o conjunto de corte. Alerta: não adianta investirmos
em um óleo de boa qualidade e nos preocuparmos com o volume ideal do
óleo lubrificante, se a canaleta do sabre permanecer suja e o furo de
lubrificação estiver entupido.
|
 |
As figuras abaixo, ilustram os recursos que
equipam as nossas correntes e barras, e que demonstram a nossa constante
preocupação com a melhor maneira de atingir os mais altos índices de
lubrificação dos conjuntos de corte Oregon®.
|
| |
|
|